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Um blog de lembranças, casos, histórias, pensamentos, fotos, de ontem e de hoje. Diretamente de Nova Era - Minas Gerais.
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Ismael Cirilo (Soié)
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quinta-feira, maio 31, 2012
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Ismael Cirilo (Soié)
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segunda-feira, maio 28, 2012
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| Eis uma história que me chegou pela Internet. Apesar de 'politicamente incorreta', é verdadeira!
Era uma vez, uma
formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha
trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não
aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu
nome era 'Trabalho' e seu sobrenome era 'Sempre'.
Enquanto isso, a
cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade;
não desperdiçou nem um minuto sequer.
Cantou durante todo o
outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o
inverno que estava por vir. Então,
passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e
aconchegante toca, repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome, do
lado de fora da toca. Quando abriu a porta
para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: Sua amiga cigarra estava
dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
A cigarra cumprimentou a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar
o inverno em Paris.
- Será que você poderia cuidar da minha toca?
A formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas! Mas o que lhe
aconteceu? Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta
Ferrari?
E a cigarra:
- Imagine você que eu estava cantando
em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um
contrato de seis meses para fazer show em Paris... A propósito, a amiga
deseja alguma coisa de lá?
- Desejo sim, respondeu a
formiguinha. Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por
lá, manda ele ir para a 'Puta Que O
Pariu!!!'
Moral da História:
Aproveite sua vida,
saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia
só traz benefício emfábulas do La Fontaine
e ao seu patrão.
Trabalhe, mas curta a
sua vida.
Ela é única!!!
Se você não encontrar a
sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e
gelo, e...
Seja feliz
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Ismael Cirilo (Soié)
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sábado, maio 26, 2012
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Marcadores: Causos, Fábula, LaFontaine
-“A primeira impressão que tive desta paróquia foi com a primeira
confissão que ouvi.
A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos seus
pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com as esposas
dos amigos. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido
uma doença venérea à própria prima. Fiquei assustadíssimo. Com o passar do
tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente responsável,
com valores, comprometida com sua fé.”
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Ismael Cirilo (Soié)
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sábado, maio 05, 2012
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Ismael Cirilo (Soié)
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sábado, março 31, 2012
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Marcadores: Piada, Soié, Viagem Argentina Causos
Outro dia mesmo, agora dia 30/7, os familiares de João Paulo Lage Barony, filho de Ângela Barony (irmã de Cida, casada com meu filho Bonifácio), receberam parentes e amigos lá no “Rancho JB”, para comemorar sua formatura em Engenharia de Produção. Reuniram mais de 50 convidados, dentre os quais Aparecida (minha eterna namorada) e eu. Alegria contagiante o tempo todo.
Brindamos o jovem com nossos melhores votos de felicidade e muita saúde.
Ao chegarmos, fomos convidados a visitar o pomar, já com os pés carregados de laranjas e mexericas. Uma beleza!
Avelino, proprietário do rancho, atencioso como sempre, acompanhado da esposa e dos pais (José Barony e Dona Tetê), providenciou facas para descascarmos as frutas, bem como sacolas para o lixo. Alguns preferiram ficar no galpão da festa, onde abundavam lourinhas geladas e deliciosos salgadinhos.
O pomar localiza-se um pouco acima do lago de águas cristalinas, cuja nascente brota à esquerda do caminho que sobe desde a margem. Ao aproximar-se do local, Cida vislumbrou algo que se movia e falou:
- Dona Aparecida e Sô Ismael, eu vou descer lá e pegar aquele bichinho.
Com cuidado para não cair, desceu a rampa escorregadia e, inclinando-se um pouco, conseguiu pegar o que viu ser um batráquio:
- Arre, que sapo horroroso! Que bicho nojento!
Não passou um segundo e quase morremos de susto ao ouvirmos, o sapo falar como se fosse a coisa mais natural do mundo:

- Oi, Cida! Na verdade eu sou um príncipe, transformado em sapo por uma bruxa maldosa! Dê-me um só beijo e voltarei a ser o que era. Prometo que a farei muito feliz para sempre!
Voltamo-nos para a esposa de nosso filho Boni. Em suspenso, aguardamos sua decisão. Ela sorriu e respondeu ao príncipe, quero dizer, ao sapo:
- Não vou beijá-lo! Saiba que sou muito feliz com meu esposo Bonifácio e meus filhos Luana e Haroldo, com toda a família que tenho! Além do mais, você, como um sapo falante, será muito mais útil, pois arrecadarei uma fortuna apresentando-o em praça pública, onde todo mundo poderá ver um bicho falar. O dinheiro arrecadado será empregado em benefício de creches e da Caixa Escolar.
Desde aquele dia, o espetáculo do sapo falante atrai centenas de pessoas e o projeto da Cida já beneficia muita gente.
Caso o leitor duvide da veracidade dessa ocorrência, que pergunte aos outros convidados e eles não me deixarão mentir sozinho!
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Ismael Cirilo (Soié)
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segunda-feira, setembro 26, 2011
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Marcadores: Causos, Fábula, Nova Era-MG, Príncipe, Sapo
Uma velhinha caminhava pela calçada arrastando dois sacos plásticos. Um estava rasgado e, de vez em quando, deixava cair uma nota de 20 dolares pelo buraco. Um policial que passava a parou e a interpelou : “ Senhora, tem notas de 20 caindo desse saco plástico”. “É mesmo? Que droga!", respondeu a velhinha. "É melhor eu voltar e ver se consigo recuperar as que caíram. Obrigado, seu guarda.” "Péra aí, senhora, onde conseguiu todo esse dinheiro? A senhora não andou roubando, não?" "Não, não... Sabe, seu guarda, o meu quintal dá para um campo de golfe e um monte de jogadores costumam urinar num buraco que tem na minha cerca, direto no canteiro de flores. Isso realmente me incomodava sabe, matava minhas flores. Então, pensei: por que não me aproveitar da situação? Agora, fico bem quieta, próxima do buraco, com minha tesoura de jardim. Toda vez que algum golfista enfia o “instrumento” eu o pego de surpresa, agarro a torneirinha e digo: OK, amigão, ou me paga 20 dolares ou eu corto essa coisa”. “Parece justo, diz o policial rindo da estória. Boa sorte! Mas, a propósito, o que tem no outro saco?" Ela diz: "Bem, você sabe, nem todos pagam!" |
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Ismael Cirilo (Soié)
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domingo, setembro 25, 2011
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Marcadores: Piada