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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Sutileza feminina

Encontrei isso na Internet:


Um homem telefona para a sua esposa e diz:
- Querida, o meu chefe convidou a mim e a alguns dos seus amigos para irmos pescar num lago distante. Vamos ficar fora a semana inteira. Esta é uma excelente oportunidade para eu conseguir a promoção que tenho esperado. Porisso, me prepare roupa suficiente para uma semana e,  claro, minha caixa de apetrechos de pesca. Vamos partir diretamente daqui do escritório. Vou passar aí apenas para apanhar essas coisas. 
Ah.... Por favor, coloque também o meu pijama novo, aquele de seda azul.

A mulher acha que isso soa um bocado estranho, mas atende ao pedido do marido.

No fim-de-semana seguinte, ele regressa da pescaria um tanto cansado; mas, fora isso, nada de anormal. A mulher recebe-o com um beijo e pergunta-lhe se apanharam muitos peixes.
Ele responde:

- Sim! Muitos pargos, algumas garoupas e uns poucos carapaus. Mas, por que é que você não colocou o meu pijama de seda azul, tal como pedi?
A mulher apenas olha fixamente nos olhos dele e responde segura de si:
- Coloquei sim, querido! Coloquei-o dentro da caixa de apetrechos de pesca.

*Moral da história:
NUNCA DUVIDE DA CAPACIDADE DE RACIOCÍNIO DE UMA MULHER  

terça-feira, 5 de junho de 2012

10 histórias do Avelino


                      
1. Avelino estava em casa, com sede. Manda seu filho lhe trazer um pouco de leite. Daí o pobre do garoto pergunta:
- No copo, pai?
E Avelino responde:
- Não! Bota no chão vem empurrando com o rodo, “fi” de rapariga!

2. O funcionário do banco veio avisar:
- Seu Avelino, a promissória venceu.
- Meu filho, pra mim podia ter perdido ou empatado. Não torço por nenhum Promissória, só torço pro Cruzeiro.

3. Avelino entrando em uma loja de agropecuária.
- Tem veneno pra rato?
- Tem! Vai levar? – pergunta o balconista.
- Não, vou trazer os ratos pra comer aqui! – responde

4. Avelino, no elevador (no subsolo-garagem). 
Alguém pergunta:
- Sobe?
- Não, não... Este elevador anda de lado.

5. Avelino vai saindo da farmácia, quando alguém pergunta:
- Tá doente, Seu Avelino?
- Quer dizer que se eu estivesse saindo do cemitério, eu tava morto?

6. Avelino dava uma bela surra no filho e o menino gritava:
- Tá bom, pai! Tá bom, pai! Tá bom, pai!
- Tá bom? Quando tiver ruim, cê me avisa qu'eu paro.

7. O amigo o cumprimenta:
- Olá, Avelino! Tá sumido! Por onde tem andado?
- Pelo chão, não aprendi a voar ainda…

8. Na década de 90, Seu Avelino chega num bar e fala pro atendente:
- Traz uma cerveja e bota o disco de Luiz Gonzaga pra eu ouvir!
- Desculpe, não posso botar música hoje…
- Mas por que?
- Meu avô morreu!
- E, por um acaso, ele levou os discos, foi?

9. Durante a madrugada, a mulher do Seu Avelino passa mal:
- Avelino! Ta me dando uma coisa.
- Receba!
- Mas é uma coisa ruim!
- Então devolva!

10. O telefone toca. Avelino atende e não diz nada:
- ...
- Alô!
- ...
- Bom dia! Quem está falando?
- Você, uai!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Vaidade mata


A Internet trouxe para mim e eu passo para vocês, OK?

Uma mulher foi levada às pressas para o CTI do hospital.
Lá, teve a chamada “quase morte” , que é uma situação pré-coma e, neste estado , encontrou-se com a Morte:
- Que é isso? - perguntou - Eu morri?
- Não, pelos meus cálculos, você morrerá daqui a 43 anos, 8 meses, 9 dias e
16 horas.

Ao voltar a si , refletindo o quanto tempo ainda tinha de vida , resolveu
ficar ali mesmo naquele hospital e decidiu submeter-se a uma lipospiração, uma plástica de restauração dos seios, mais uma plástica no rosto,
correção no nariz, na barriga, tirou todos os excessos, as ruguinhas e tudo
mais para ficar linda e jovial.

Após alguns dias de sua alta médica, ao atravessar a rua, veio um veículo em alta velocidade e a atropelou, matando-a na hora.
Ao encontrar-se novamente com a Morte, ela perguntou toda irritada:
- Puxa, você me disse que eu tinha mais 43 anos de vida! Por que eu morri depois de toda aquela despesa com cirurgias plásticas???

A morte aproximou-se bem dela, olhando-a diretamente nos olhos e exclamou:

CRIATUUUUUUURA DO CÉU, EU NÃO TE RECONHECI !

sábado, 26 de maio de 2012

A formiga boladona


Eis uma história que me chegou pela Internet. Apesar de 'politicamente incorreta', é verdadeira!


Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. 
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada. 
Seu nome era 'Trabalho' e seu sobrenome era 'Sempre'. 

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer. 
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir. Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. 

A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison. 

A cigarra cumprimentou a formiguinha: 
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. 
- Será que você poderia cuidar da minha toca? 
A formiguinha respondeu: 
- Claro, sem problemas! Mas o que lhe aconteceu? Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari? 

E a cigarra: 
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris... A propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?

- Desejo sim, respondeu a formiguinha. Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a 'Puta Que O Pariu!!!' 


Moral da História: 
Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício emfábulas do La Fontaine e ao seu patrão. 
Trabalhe, mas curta a sua vida. 
Ela é única!!! 
Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e... 

Seja feliz !


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O sapo


Outro dia mesmo, agora dia 30/7, os familiares de João Paulo Lage Barony, filho de Ângela Barony (irmã de Cida, casada com meu filho Bonifácio), receberam parentes e amigos lá no “Rancho JB”, para comemorar sua formatura em Engenharia de Produção. Reuniram mais de 50 convidados, dentre os quais Aparecida (minha eterna namorada) e eu. Alegria contagiante o tempo todo.

Brindamos o jovem com nossos melhores votos de felicidade e muita saúde.

Ao chegarmos, fomos convidados a visitar o pomar, já com os pés carregados de laranjas e mexericas. Uma beleza!

Avelino, proprietário do rancho, atencioso como sempre, acompanhado da esposa e dos pais (José Barony e Dona Tetê), providenciou facas para descascarmos as frutas, bem como sacolas para o lixo. Alguns preferiram ficar no galpão da festa, onde abundavam lourinhas geladas e deliciosos salgadinhos.

O pomar localiza-se um pouco acima do lago de águas cristalinas, cuja nascente brota à esquerda do caminho que sobe desde a margem. Ao aproximar-se do local, Cida vislumbrou algo que se movia e falou:

- Dona Aparecida e Sô Ismael, eu vou descer lá e pegar aquele bichinho.

Com cuidado para não cair, desceu a rampa escorregadia e, inclinando-se um pouco, conseguiu pegar o que viu ser um batráquio:

- Arre, que sapo horroroso! Que bicho nojento!

Não passou um segundo e quase morremos de susto ao ouvirmos, o sapo falar como se fosse a coisa mais natural do mundo:

- Oi, Cida! Na verdade eu sou um príncipe, transformado em sapo por uma bruxa maldosa! Dê-me um só beijo e voltarei a ser o que era. Prometo que a farei muito feliz para sempre!

Voltamo-nos para a esposa de nosso filho Boni. Em suspenso, aguardamos sua decisão. Ela sorriu e respondeu ao príncipe, quero dizer, ao sapo:

- Não vou beijá-lo! Saiba que sou muito feliz com meu esposo Bonifácio e meus filhos Luana e Haroldo, com toda a família que tenho! Além do mais, você, como um sapo falante, será muito mais útil, pois arrecadarei uma fortuna apresentando-o em praça pública, onde todo mundo poderá ver um bicho falar. O dinheiro arrecadado será empregado em benefício de creches e da Caixa Escolar.

Desde aquele dia, o espetáculo do sapo falante atrai centenas de pessoas e o projeto da Cida já beneficia muita gente.

Caso o leitor duvide da veracidade dessa ocorrência, que pergunte aos outros convidados e eles não me deixarão mentir sozinho!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

CARMA, MOÇO!

Domingo à tarde, lá ia Seu Ponciano, fazendeiro das bandas de Valadares, dono de um dos maiores e melhores alambiques da região.
Lá ia ele com seu caminhãozinho 1951, bem estragado, quase sem freio, levando sua cachaça para as vendas do arraial.
Saiu da estradinha de sua fazenda, entrou na BR-116 sem poder parar, justamente quando passava uma BMW-2007.
Seu Ponciano bate de cheio na traseira daquela maravilha.
O paulista, doutor Evandro, dono da BMW, sai que é uma fera pra cima do Seu Ponciano.
- Carma moço, muita carma, fica brabo à toa, não, Sô! Já, já vamo arresorvê tudim, tudim...
- Resolve nada seu *&¨%$#!)(*+#$%, esta coisa aí não paga nem os pneus da minha máquina!!!
- Carma... já dissi qui a gente resorve tudim, tudim! Sô dono de alambique ali nos arredores de Valadares, Sô! Aqui, Sô Dotô, toma uma aqui da minha fazenda... é da boa... toma qui o sinhô vai si acarmá...
O Dr. Evandro acaba aceitando e toma uma.
Gosta.
- Acarmô?
- Acalmei nada!!!
- Intão bebe ôtra qui vai carmá... Teim aqui tomém um tira-gosto qui a patroa aperparô, uma paçoca de carne socada no pilão.
E assim foi.
Depois de uma meia dúzia de doses, o Ponciano torna a perguntar:
- Agora, Dotô, já carmô?
- Sim, agora sim! Vamos resolver esta questão!
- Isso! Dotô! Intão agora nóis vamu sentá aqui i chamá a puliça pra fazê o tar di bafômetro i vê quem tá errado!

sábado, 28 de junho de 2008

Pega o ladrão!

"Quem conta um conto, aumenta um ponto", dizem. Então, ao contador de casos, ou "causos", tudo é permitido. Portanto, acredite quem quiser:


Nos idos de 1940, quando eu tinha entre 15 e 18 anos, aconteceu comigo um fato interessante, foi o seguinte:
Meu pai, Sô Ilidinho, transferiu a selaria dele para o meu nome. (Selaria=fábrica de arreios de montaria).
Como proprietário, a responsabilidade aumentou bastante: o atendimento aos vendedores de produtos básicos, atendimento aos fregueses, pagamentos, etc., tudo isso era comigo.
Observem: Tão novo e já era empresário.


Os atacadistas de Belo Horizonte, São Paulo, Curvelo e Rio Grande do Sul continuaram a fornecer mercadorias para a minha empresa, com o aval de papai.
Quando faltava algum material, havia necessidade de minha ida a BH. Eu estava sempre bem trajado, de gravata, paletó e chapéu. Viajava pela Maria Fumaça da Central do Brasil, chegando à capital mineira somente à noite.


Certa vez, para aproveitar oportunidades, viajei em um sábado, pois no domingo pretendia assistir a uma partida de futebol entre o Clube Atlético Mineiro e o Palestra Itália, hoje Cruzeiro Esporte Clube.
No domingo, não me lembro se no campo do Atlético ou no Barro Preto, campo do Cruzeiro, eu estava presente entre os torcedores, fazendo força para a vitória do meu clube favorito, o glorioso Cruzeiro.
No decorrer da partida, notei que Kafunga Murilo e Ramos, do Atlético, estavam impecáveis, salvando o seu time de um resultado negativo. Já no Cruzeiro, os destaques ficavam por conta de Geraldo II, Caieira e Bibi, um trio inesquecível.
O futebol apresentado pelas duas equipes foi equilibrado, muito vibrante, emocionante desde o início até o final, muito bem dirigido pelo competente árbitro Mario Viana, de saudosa memória.
O resultado não poderia ser outro: deu empate.

Estou desviando de assunto, volto ao principal.
No dia seguinte, segunda-feira, fui às compras nas casas especializadas no ramo de couro e outros apetrechos para selaria. Nessa mesma tarde fui à estação ferroviária comprar passagem para, no dia seguinte, viajar de volta para São José da Lagoa, hoje Nova Era.


Com a passagem no bolso, passei pela pensão Sete de Setembro, no bairro Floresta, onde paguei as despesas, pois viajaria no dia seguinte, bem cedo. Entrei no meu quarto, preparei a bagagem e, logo após, saí a caminhar aleatoriamente pela cidade.
Depois do viaduto da Floresta, chegando à Rua da Bahia, à esquerda de quem sobe, havia um Verdurão, com uma banca com bananas no passeio. Aproximei-me para comprar algumas pencas com intuito de levar para casa. Antes de pegar as bananas, não resisti à vontade de comer e retirei uma, quando então ouvi gritos assim:

- Olha o ladrão! Pega o ladrão!


Duas pessoas correram em minha direção. Pensei que algum ladrão queria me roubar, deixei a banana cair e corri para o outro lado da rua, entrando no Parque Municipal (na época, não havia o gradil). De dentro do parque, olhei para trás, mas o trânsito impediu que o ladrão me alcançasse.


Novamente ouvi a mesma voz gritando:
- Cerquem do outro lado que eu vou por aqui!
Pensei comigo:
- Estou roubado! O ladrão vai me deixar nu!
Sem outra saída, subi em uma árvore, escondendo-me entre seus galhos.
Lá de cima pude ver e ouvir os dois supostos ladrões passarem bem próximo:
- É, ele sumiu.


Fiquei na árvore até escurecer, quando começou a chover. Molhei-me todo, abraçado ao tronco para não cair.


Acreditem que a noite chegou e a danada da chuva não parava.
Empoleirado lá em cima, contando as horas pelo som do relógio da Igreja São José, ali fiquei até a madrugada, já sem chuva.


Desci do meu “poleiro”.

Estava ensopado e sujo daquele lodo que escorria pelo tronco da árvore. Caminhei até à Av. Afonso Pena, nas proximidades da Igreja São José, onde pegaria um táxi para pensão 7 de Setembro. Mas... todo o meu dinheiro havia sumido!!!


Conforme relatei no princípio, os rapazes naquela época usavam paletó e chapéu. Voltou a chover abundantemente. A Av. Afonso
Pena era toda arborizada, cheia de ficus enormes. Procurei um cantinho debaixo de uma marquise. Pensava:
- Será que aqueles dois não eram ladrões e, sim, funcionários do comerciante de frutas? Será que eles julgaram que eu queria furtar bananas? Será que eles achavam que eu queria tirar frutas e não pagar?


Cansei de ficar em pé. Sentei-me no chão e, em poucos minutos, estava dormindo. Minha cabeça pendeu para um lado, o chapéu caiu entre minhas pernas, com o tampo virado para cima.


Ao acordar, que surpresa!

O chapéu estava cheio de dinheiro, notas e moedinhas. Olhei para os lados, tudo tranqüilo, guardei a dinheirama nos bolsos e tomei um táxi até a pensão. Tomei rapidamente um banho, troquei de roupas e, ao motorista que me aguardava, ordenei:
- Toca rápido para a Estação Ferroviária!


A locomotiva já resfolegava na plataforma. Embarquei imediatamente para São José da Lagoa, onde cheguei são e salvo.
Melhor: encontrei no fundo do bolso o dinheiro que julgava ter perdido. Depois de tanta aventura, saí no lucro!